Salário mínimo em risco! Plano econômico de Flávio Bolsonaro prejudica trabalhadores, aposentados e pensionistas
Entenda como salários sem aumento real afetam o bolso dos trabalhadores, aposentados e pensionistas, além do comércio e das famílias de baixa renda.

O economista José Kobori alerta para os impactos de cortes bilionários e questiona: quem vai pagar a conta desse arrocho?
Em análise recente publicada em seu canal do YouTube, o economista José Kobori explicou de forma direta o plano econômico associado ao candidato a presidência Flávio Bolsonaro. A proposta prevê um corte drástico de R$ 250 bilhões a R$ 300 bilhões nas despesas do governo.
Para o trabalhador comum, isso não é apenas uma sopa de números: significa o congelamento ou limite na valorização real do salário mínimo, além da redução de investimentos em serviços públicos essenciais.
O economista comparou a evolução do salário mínimo em diferentes épocas e alertou para o perigo de um modelo que trava o ganho real das famílias. Como exemplo prático de alerta, Kobori citou a situação da Argentina sob o governo de Javier Milei, onde políticas severas de corte de gastos acabaram penalizando as fatias mais pobres e vulneráveis da população.
📉 Por que isso afeta o comércio e o seu bolso?
Os impactos desse tipo de plano vão muito além do contracheque:
Menos dinheiro circulando: Com salários mais baixos e sem reajustes acima da inflação, as famílias compram menos.
Prejuízo para as empresas: Quem mais sofre com a queda no consumo são os pequenos comércios do bairro, os prestadores de serviços e as pequenas empresas — que dependem diretamente do poder de compra da população.
Efeito cascata: Menos vendas no comércio significam menos contratações e mais demissões.
🛡️ O posicionamento do SINTERC-DFGO
Para o nosso sindicato, a pergunta que fica no ar é uma só: quem realmente ganha com esses cortes e quem vai pagar o pato?
O SINTERC-DFGO defende de forma intransigente a valorização real dos salários, a proteção dos direitos conquistados e a preservação do poder de compra. Principalmente para os trabalhadores de terceirização, prestação de serviços, asseio, conservação e alimentação — que são a base da nossa economia —, o salário mínimo forte é uma questão de dignidade e sobrevivência.
Uma economia forte não se faz cortando direitos de quem trabalha duro, mas sim garantindo renda justa e comida na mesa para todos.
📺 Assista à análise completa
Quer entender em detalhes como essa proposta econômica mexe no seu orçamento doméstico? Assista ao vídeo completo com a explicação do economista José Kobori.
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